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Não existe uma linha muito clara entre os padrões de normalidade e de anormalidade, no que diz respeito ao comportamento humano, pois a percepção varia em cada cultura. Agir de determinada maneira dita anormal no Brasil, por exemplo, pode ser considerada perfeitamente normal em outro país. Na Psicopatologia, os sintomas ditos anormais ou patológicos, apresentam-se, de forma persistente e sistemática, afetando a vida do indivíduo em seus variados aspectos, tais como: alucinações, delírios, idéias obsessivas, idéias persecutórias, turvação da consciência, demência, labilidade afetiva, alteração cognitiva; ou segundo o seu conteúdo: erótico, religioso, persecutório, sentimento de culpa, e outros.

 

 

No que diz respeito aos transtornos psicológicos, não considerados doenças mentais, existem as neuroses (transtornos ansiosos, fóbicos, histriônicos, obsessivo/compulsivos, entre outros). Karen Horney, cita como sinais de comportamento neurótico aqueles que destoam visivelmente da normalidade, tais como:


Rigidez: reação desproporcional aos fatos;


Discrepância: O neurótico atrapalha a si mesmo, assim, ainda que seja possível, ele não se realiza;


Ansiedade: centro motriz das neuroses. O medo deve ser proporcional ao perigo. Na neurose, o perigo é oculto e subjetivo, é proporcional ao significado que a situação tem para a pessoa.

Outros sinais dos neuróticos: são mais angustiados; são mais ansiosos; são mais deprimidos; são mais sugestionáveis; são mais teatrais; fogem às responsabilidades, culpando os outros; podem apresentar os sintomas do pânico; podem fugir aos problemas mediante o uso de drogas ou bebidas alcoólicas; podem afogar-se no trabalho, inclusive aos domingos e feriados; tem atividade sexual intensa ou inibição em exercer a sexualidade; tem sono demais, mas com a sensação de que não descansou; dependem excessivamente da apreciação externa; sentem sensação de inutilidade; sentem que algo está errado no seu íntimo; tem sentimentos de inferioridade; necessidade de autoengrandecimento; tem inibições em manifestar desejos, pedir alguma coisa, expressar opinião ou crítica; sentem dificuldade de dizer não; tem propensão para a agressividade, a dominação, ser severo, mandão, trapaceiro ou estar sempre ralhando.

 

 

A estrutura básica das neuroses, segundo Horney, estaria ligada a:

 

– A falta de um autêntico calor humano e afeição. A criança tem uma aguda percepção de quando o amor é genuíno. Muitos pais são incapazes de amar seus filhos.
– Atos de hostilidade contra os filhos: preferência por outro filho, repreensões injustas, rejeição, promessas não cumpridas; desconsideração temporária; invasão nos desejos dos filhos, tirando dele o prazer de tomar iniciativas, ridicularizando suas tentativas de pensar por si mesmos.


– Quando está ausente a afeição legítima, muitas vezes os pais exageram verbalizando o quanto gostam do filho e o quanto se sacrificam por ele. A criança acaba, desse modo, reprimindo a hostilidade contra os pais, com medo de perder seu amor.
A personalidade neurótica de nosso tempo, de Karen Horney, apresenta informações preciosas acerca da neurose e, mesmo sento escrito na década de 1960, ainda é bastante atual.

 

Se você se sente um neurótico, não se preocupe, de algum modo ou em algumas situações, todos nós somos. No entanto, esse transtorno, quando persistente, pode atrapalhar sua vida profissional, seus relacionamentos, sua saúde física e mental. Neste caso, é indicado um tratamento psicológico com um psicólogo e, em situações mais graves, a ajuda de um psiquiatra. Não deixe de viver com qualidade, busque ajuda.

 

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